O futuro da igreja depende dos pais.


Desde os dia de Timóteo, os mais consagrados servos de Deus vieram de grandes pais. John Wesley foi um deles, John Newton foi outro e John G. Paton, um dos mais ilustres missionários que houve no mundo, foi o terceiro. Houve poucos pais como o pai de John Paton. Quando este já estava velho, ainda contava como se lembrava das orações do pai por ele sempre que era tentado pelo pecado. John era de uma família pobre; na sua casa havia somente um quarto, uma salinha e uma cozinha. Toda vez que ouvia o pai orando e gemendo naquela salinha, ele tremia. Sabia que ele estava em agonia pelas almas dos filhos. Já como adulto, John ainda podia lembrar-se dos gemidos do pai. Como ele estava agradecido a Deus por ter-lhe dado tal pai. Sabia que se pecasse estaria ofendendo a Deus e também desonrando a seu pai. Houve poucos pais como o pais de John e houve poucos filhos como John Paton.
Se, em nossa geração, somos pais fiéis e tementes a Deus, quantos filhos fortes e vigorosos teremos na próxima geração? O futuro da igreja depende dos pais. Que Deus possa encontrar na igreja as pessoas que Ele precisa para a Sua obra, e que nós, os pais, possamos ser tais pessoas e também contribuir para que nossos filhos façam parte desse grupo.
(Jornal Árvore da Vida)


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