ESTRELAS NO POÇO ♥

Acredite! ♥ Mesmo no fundo do poço você pode ver estrelas... Se você, por acaso, cair em um poço durante o dia, olhe para o céu e, em alguns instantes, será capaz de enxergar as estrelas.Você pode não acreditar,mas isso é um fenômeno cientificamente provado. O próprio poço,na sua densa escuridão,fará com que você enxergue além do que é permitido ver à luz do dia.Se você se encontrar em tribulação,em sofrimento,em um poço escuro,olhe para o Senhor Jesus!Você,então,começará a ver o que não via antes;perceberá que há proveito na tribulação,perceberá que,mesmo ocultamente,o Senhor está ali com você.Se o Senhor permitir que você caia em um poço,não se desespere. Ali você poderá ver as estrelas enquanto aguarda o livramento de Deus."(Editora Árvore da Vida)

O que você procura?

O que DEUS uniu.


Lançar fora e destruir.

O capítulo 2 de João é maravilhoso. Foi em um casamento descrito ali que o Senhor Jesus deu início a Seus sinais em Caná da Galileia.Mas não é dessa seção do capítulo 2 do Evangelho de João que queremos tratar aqui. É na segunda seção, quando o Senhor Jesus vai ao templo, que temos a verdadeira aplicação daquilo que ele realizara no casamento.
De fato, a água transformada em vinho é o milagre mais silencioso de todos os relatados por João. Até os serventes se surpreenderam com o fato de o mestre-sala ter bebido vinho, uma vez que fora água o líquido que eles tiraram das talhas. E, talvez, muitos naquele casamento se alegraram com o vinho novo dado àquela festa.
Sim, muitos se alegraram, mas somente os serventes viram o milagre. Isto indica que, se um casal quer ver um milagre em seu relacionamento, tem de servir ao Senhor e fazer tudo o que Ele disser.
No entanto, quando o Senhor Jesus vai ao templo (vs. 13 a 22), é que vemos a real aplicação do milagre da água transformada em vinho, da morte transformada em vida.
Primeiramente um casal deve reconhecer que há muitos itens em si mesmos que não pertencem ao casamento, assim como aqueles bois e ovelhas não pertenciam ao templo, uma vez que não tinham sido trazidos pelos ofertantes. De fato, algumas coisas que não são do casal, como amizades e relacionamentos que não edificam, precisam “sair” do casamento.
Depois, os “cambistas” devem se retirar de nosso matrimônio. De fato a prática do “faça-me isto que lhe darei aquilo outro”, isto é, “toma lá, dá cá”, não se mostra produtiva nem honesta em uma relação que deve ser duradoura. Se a ideia que temos de nosso cônjuge é a de um “parceiro de negócios”, estamos equivocados. A marca, o traço, a característica de um casamento deve ser sempre o altruísmo. Eis o amor.
E, ainda, falta-nos outra coisa: destruir todas as opiniões e “achismos” em nosso matrimônio para que Ele o reconstrua! Sim, o milagre da água transformada em vinho é muito citada em celebrações de casamento. Mas a prática diária do relacionamento conjugal exige a segunda seção de João 2: exige uma limpeza e uma reconstrução constante por parte do Senhor Jesus.
(Jornal Árvore da Vida/Número 178)


Tu És o Nosso GALARDOADOR...Amém e Aleluia!

Que poderia haver em nós para merecer estima,
Ou conferir deleite ao Criador?
Assim foi, Pai, e isso nos anima…Do Teu querer ser nosso Galardoador
( C. H. Spurgeon)

A importância do quebrantamento


Não existe pessoa mais bela que aquela que está quebrada! A teimosia e o amor-próprio dão lugar a beleza naquele que tem sido quebrado por Deus. No Antigo Testamento, vemos Jacó que mesmo no ventre de sua mãe lutou com seu irmão. Ele era sutil, cheio de truques e enganador. Contudo, sua vida foi cheia de tristezas e desastres. Quando jovem, fugiu de casa. Durante vinte anos foi iludido por Labão. A esposa amada de seu coração, Raquel, morreu prematuramente. José, o filho amado, foi vendido. Anos depois, Benjamin foi detido no Egito. Ele foi sucessivamente tratado por Deus, encontrando infortúnio após infortúnio. Foi ferido por Deus uma vez, duas vezes; na verdade toda sua história pode ser contada como a de alguém que foi constantemente ferido por Deus. Finalmente, depois de tantos tratamentos, o homem Jacó foi transformado. Nos últimos anos de sua vida, ele estava bem transparente. Quão nobre foi sua resposta a Faraó! Quão maravilhoso foi seu fim! Quão claras foram suas bênçãos aos seus descendentes! Após lermos a última página de sua história desejamos inclinar nossa cabeça e adorar a Deus. Várias décadas de quebrantamento resultaram na destruição do homem exterior de Jacó. Na velhice, sua figura é maravilhosa.
 Cada um de nós tem muito da natureza de Jacó. Nossa única esperança é que o Senhor abra um caminho destruindo o homem exterior, até o ponto em que o homem interior possa sair e ser visto. Isso é precioso, esse é o caminho daqueles que servem ao Senhor. Só assim podemos servir, só assim podemos conduzir as pessoas ao Senhor. Só assim podemos servir, só assim podemos conduzir as pessoas ao Senhor. Tudo o mais tem o valor limitado. As doutrinas não tem muita utilidade, tampouco a teologia. Qual a utilidade de um conhecimento bíblico meramente mental, se o homem exterior permanece sem ser quebrado?
Só é útil a pessoa através da qual Deus pode fluir.
 Depois que o nosso homem exterior for ferido, tratado e conduzido por várias provações, teremos ferimentos sobre nós, permitindo assim que o espírito apareça. Receamos encontrar alguns irmãos e irmãs cuja vida continua intata, sem nunca ter sido tratada e transformada. Que Deus tenha misericórdia de nós, mostrando-nos claramente esse caminho e revelando-nos que esse é o único caminho. Que ele também nos mostre que nisso é desvendado o propósito de todos os Seus tratamentos que foram aplicados nesses poucos anos, sejam dez ou vinte. Portanto, ninguém despreze os tratamentos do Senhor. Que Ele verdadeiramente nos revele o que significa a destruição do homem exterior. Se o homem exterior permanece intato, todas as coisas estariam meramente em sua mente; totalmente sem utilidade.
 Esperamos que o Senhor lide conosco completamente.

 A Importância do Quebrantamento ( Watchman Nee)
Fonte:Igreja em Guarapari



Sábio é aquele que reconhece que precisa de DEUS.


Que toda sua vida seja uma benção!
Que DEUS abençoe seus dias,seus pensamentos e seu coração.
Que sua família seja uma benção!
Que o seu levantar e deitar sejam conhecidos pelo SENHOR e que Ele se faça presente quando o momento for de dor…Que seja seu convidado especial quando os momentos forem de alegria.
Precisamos MUITO da presença de DEUS,pois sem Sua presença não podemos prosseguir.Tudo só dará certo e nos trará grande alegria se tiver o TOQUE especial de Suas mãos.
Precisamos reconhecer que não somos nada se DEUS não estiver conosco.


Obrigada por sempre vir,amizade querida!


Obrigada pelos lindos recadinhos que tens deixado para mim.
Deus te abençoe e te proteja de todo mal todos os dias.
Abração carinhoso em ti!


Bom dia,preciosos do SENHOR!




Você é especial - Max Lucado

Te encorajo a ler até o final.É um texto muito lindo.



Era uma vez, uma vila de pequenas pessoas de madeira feitas por um carpinteiro chamado Eli. Essas pessoas eram chamadas de xulingos. Cada xilungo era diferente um do outro. Uns tinham narizes bem grandes, outros tinham olhos enormes. Alguns eram altos, e outros bem baixinhos.
Cada xulingo tinha uma caixa com adesivos de estrelas douradas e adesivos de bolinhas pretas. Todos eles saiam pela vila colocando adesivos de estrelas ou de bolinhas uns nos outros. Os bonitos ganhavam estrelas. Os xulingos com a madeira áspera ou com a pintura descascada ganhavam bolinhas.
Os xulingos que tinham algum talento também ganhavam estrelas. Alguns tinham habilidades para pular sobre altas caixas ou podiam cantar muito bem, eles ganhavam muitas estrelas por isso. Outros que não conseguiam fazer todas essas coisas, ganhavam bolinhas.

O garoto Marcinelo era um desses. Ele tentava pular bem alto como os outros, mas sempre caia. Por isso os xulingos davam a ele adesivos de bolinha. Aí, quando ele tentava explicar porque tinha caído, dizia algo bobo e os xulingos colocavam mais bolinhas nele.
- Ele merece muitas bolinhas – algumas pessoas de madeira diziam.
E Depois de algum tempo, Marcinelo acreditou neles: “eu acho que não sou um bom xulingo” pensou ele. Então Marcinelo ficava sozinho dentro de casa a maior parte do tempo. Quando ele saia se juntava a outros xulingos que também tinham muitas bolinhas e isso fazia ele se sentir melhor.

Certo dia, Marcinelo encontrou uma xulinga diferente de todas que ele conhecia. Era uma garota chamada Lucia. Ela não tinha nem estrelas e nem bolinhas. Os xulingos admiravam Lucia por não ter bolinhas, então davam a ela estrelas, mas todas elas caiam no chão. Outros davam bolinhas por ela não ter estrelas, mas as bolinhas também caiam. Os adesivos não ficavam nela.
“É assim que eu quero ser”, pensou Marcinelo. Então, ele perguntou à Lucia como é que ela conseguia ficar sem estrelas e nem bolinhas
- É fácil! – respondeu Lúcia – todos os dias, vou visitar Eli, o carpinteiro.
- Por quê?
- Você vai saber quando for vê-lo. Suba o morro. Ele está lá em cima – e dizendo isso, virou e foi embora, saltitando.
- Mas será que ele vai querer me ver? – se perguntava Marcinelo.

Mais tarde em sua casa ele sentou-se junto à janela e observou toda aquela gente de madeira andando de um lado para outro, colando estrelas e bolinhas uns nos outros.
- Isso não é certo. – disse ele baixinho para si mesmo.
Então ele decidiu ir ver Eli.
Marcinelo subiu pelo caminho estreito até o alto do morro e entrou na enorme oficina. Seus olhos de madeira se arregalaram com o tamanho das coisas. O banco e a mesa onde Eli estava trabalhando era tão grande quanto o próprio Eli. Marcinelo teve que ficar nas pontas dos pés para tentar vê-lo. Ele engoliu em seco e com medo pensou “eu não vou ficar aqui!” e virou-se para ir embora.
Foi então que ouviu alguém dizer seu nome.
- Marcinelo? – a voz era profunda e forte.
Marcinelo parou.
- Marcinelo! Como é bom ver você! Chegue mais perto, deixe-me olhar para você!
Marcinelo olhou para cima.
- Você sabe o meu nome? – perguntou o pequeno xulingo.
- É claro que sei. Fui eu que fiz você.
Eli o pegou e o sentou em sua mesa.
- Huummm! – disse pensativo o carpinteiro, olhando para todas aquelas bolinhas pretas. – Parece que você recebeu muitos adesivos ruins.
- Eu não queria que isso acontecesse. Eli, eu me esforcei para ganhar estrelas.
- Você não precisa se defender comigo, amiguinho. Eu não me importo com o que os outros xulingos pensam.
- Não?
- Não, e você também não deveria. O que eles pensam não importa, tudo o que importa é o que eu penso. E eu penso que você é muito especial.
Marcinelo deu uma risada.
- Eu, especial? Por quê? Não sou talentoso. Minha pintura está descascando. Por que você se importa comigo?
Eli olhou para Marcinelo, colocou suas mãos enormes naqueles pequenos ombros de madeira, e disse bem devagarinho:
- Porque você é meu. Por isso, você é tão especial para mim.
Marcinelo nem sabia o que dizer.
- Tenho esperado por você todos esses dias – disse Eli.
– Eu vim porque encontrei Lucia. – Disse Marcinelo - Por que os adesivos não colam nela?
O carpinteiro falou docemente:
- Porque ela decidiu que o que eu penso é mais importante do que o que os outros pensam. Os adesivos só colam em você se você deixar que colem.
- O quê?
- Os adesivos só colam em você se você se importar com eles. Quanto mais você confia no meu amor, menos você vai se importar com os adesivos dos xulingos.
- Não sei se entendi direito.
Eli sorriu e disse:
- Você vai entender, mas isso levará um pouco de tempo. Venha me ver todos os dias e eu vou lhe lembrar o quanto eu me importo com você.
Eli levantou Marcinelo da mesa e o colocou no chão.
- Lembre-se – disse Eli quando Marcinelo saía pela porta, - Você é especial porque eu o fiz. E eu nunca cometo erros.
Marcinelo não parou, mas lá no fundo de seu coração pensou: “acho que ele realmente me ama“. E nessa hora uma das suas bolinhas caiu ao chão
(Max Lucado)

Fonte:http://lidi-avancando.blogspot.com.br/