ESTRELAS NO POÇO ♥

Acredite! ♥ Mesmo no fundo do poço você pode ver estrelas... Se você, por acaso, cair em um poço durante o dia, olhe para o céu e, em alguns instantes, será capaz de enxergar as estrelas.Você pode não acreditar,mas isso é um fenômeno cientificamente provado. O próprio poço,na sua densa escuridão,fará com que você enxergue além do que é permitido ver à luz do dia.Se você se encontrar em tribulação,em sofrimento,em um poço escuro,olhe para o Senhor Jesus!Você,então,começará a ver o que não via antes;perceberá que há proveito na tribulação,perceberá que,mesmo ocultamente,o Senhor está ali com você.Se o Senhor permitir que você caia em um poço,não se desespere. Ali você poderá ver as estrelas enquanto aguarda o livramento de Deus."(Editora Árvore da Vida)

O que você procura?

Bom dia,meu amado Senhor!




Fica o que somos!



Aquele senhor havia morado no mesmo bairro durante toda a sua vida. A convite de um filho que morava em outra cidade, resolveu-se mudar. Enquanto arrumava suas coisas, uma vizinha veio visitá-lo.Com lágrimas nos olhos perguntou- lhe:
_ O senhor vai levar tudo?
_ Não tenho muita coisas. Acho que cabe tudo em duas ou três malas.
_Mas há uma coisa que você ira ter que deixar aqui, disse a mulher, fitando-o. O senhor não vai poder levar o exemplo que deixou entre nós.
Esse é o viver de um cristão. Muitos pensam em impressionar outros por seu conhecimento profundo ou por sua eloquência ou idéias arrojadas, mas o que realmente expressa Deus diante dos homens é nossa vida. As nossas idéias poderão ser combatidas por outras, mas contra o que vemos não há contestação. É fácil resistir á pregação de uma boa mensagem bíblica, mas é impossível resistir ao testemunho de uma vida entregue nas mãos de Deus.

“Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiram-se; e reconheceram que haviam eles estado com Jesus” (Atos 4:13)
(Jornal Árvore da vida)

Diálogo com Deus



Conta-se que o cientista Louis Pasteur encontrava-se certa manhã de mãos postas sobre sua mesa de estudos , dedos alinhados e cabeça reclinada.Assim esteve o renomado sábio durante algum tempo,observado por um estudante , até que de novo ergueu a cabeça e dirigiu-se a um o pequeno microscópio.
_Pensei que estivesse orando..
_Sim , estava, disse Pasteur.Estava dizendo coisas lindas pra Deus e ouvia, ao mesmo tempo, verdades ainda mais belas, conforme as obras de Deus nos revelam.
A história acima nos mostra como um dos maiores cientistas que o mundo já conheceu,em meio a tantos e tão altos e baixos,sentia anseios por Deus e por ter comunhão com Ele, a ponto de interromper seu trabalho.
Não importando que pedestais da glória o homem alcance, ele ainda é um vaso de barro criado por Deus para O conter e o seu coração anela pelo Criador!Pasteur fez menção de como ouvia lindas coisas de Deus conforme revelam Suas obras,provavelmente porque via tanta manifestação de Deus nas maravilhas da natureza que pesquisava .Assim ele ouvia e conhecia a Deus.
(Jornal Árvore da vida)


A Vida que Deus ordenou pra nós...


Na mensagem anterior vimos em que consiste nossa própria experiência. Gostaríamos hoje de falar sobre o tipo de vida que Deus ordenou para o cristão. De acordo com Deus, que tipo de vida um cristão deve levar? Não nos referimos aqui a cristãos mais experimentados, mas a todos os cristãos, os que foram salvos e regenerados e receberam a vida eterna. Que tipo de vida devem levar? Somente depois de sabermos isso é que veremos o que nos falta. Que a Bíblia diz acerca da vida cristã? Examinemos alguns trechos da Bíblia.

     Mateus 1:21 diz: "Ela dará à luz um filho, e O chamarás pelo nome de Jesus, porque Ele salvará o Seu povo dos seus pecados".
     Recentemente, quando estive em Chefoo e Pequim, alguns irmãos comentavam que antes eles gostavam muito de chamar ao Senhor de "o Cristo", mas agora gostavam de chamá-Lo de "Jesus, meu Salvador". Ele é chamado de Jesus porque "salva Seu povo dos pecados deles". Recebemos a Jesus como Salvador e obtivemos a graça do perdão.
Agradeçamos e louvemos ao Senhor porque agora Jesus é nosso Salvador e porque nossos pecados já foram perdoados. Mas que fez Jesus por nós? "Ele salvará o Seu povo dos seus pecados". Isso é o que Deus ordenou; é o que Cristo realizou. O que importa agora é se continuamos vivendo no pecado ou se fomos libertados dele.
    Nosso mau gênio está nos atormentando? Continuamos atados aos nossos pecados e enredados pelos nossos pensamentos?
    Somos tão orgulhosos e tão egoístas como antes? Continuamos sendo os mesmos ou já fomos libertados do pecado?
 Muitas vezes dei o seguinte exemplo: há diferença entre uma boia e um barco salva-vidas. Quando um homem cai na água e alguém lhe atira uma boia, ele não se afogará se se agarrar a ela, porém não sairá da água. Não afundará, todavia não poderá sair da água.Não estará morto, porém também não estará vivendo. O barco salva-vidas é diferente. Ao entrar no barco salva-vidas, a pessoa que estava em perigo de afogar-se sai da água.
 A salvação que o Senhor nos proveu não é a salvação da boia, mas a do barco. Ele não irá até a metade do caminho deixando-nos entre a vida e a morte. Ele salvará o Seu povo dos seus pecados. Ele não nos deixa nos pecados. Portanto, a salvação descrita na Bíblia nos salva do pecado. Apesar disso, mesmo que já tenhamos crido, não somos salvos do pecado; ainda vivemos nele. Por acaso a Bíblia está equivocada? Não, não há nada equivocado na Bíblia; é nossa experiência que está equivocada.
    Que outra coisa fez Jesus quando veio a nós? Que diz a Bíblia a respeito de Sua obra? Vamos prosseguir.

(Capítulo II do livro A VIDA QUE VENCE-Watchman Nee)
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CONTINUA...

A vida cristã revelada na Bíblia.Muito Edificante!Super interessante!


Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo. 
(Efésios 1:3)

       Quando fomos salvos, a graça de Deus encheu de gozo nosso coração. Naquela época, nossa vida encheu-se de esperança e achamos que desde aquele momento todos os nossos pecados ficariam sob nossos pés. Pensamos que dali em diante poderíamos vencer tudo. No momento de nossa salvação acreditamos que não havia nenhuma tentação tão grande que não pudéssemos vencer, nem dificuldades que não pudéssemos superar. Nosso futuro estava cheio de esperança gloriosa. Pela primeira vez, experimentamos a paz do perdão e o aroma do gozo. Nessa ocasião era muito agradável e fácil ter comunhão com Deus. Sentíamos-nos cheios de gozo e felicidade. Até o céu estava mais perto de nós. Nada nos parecia impossível. Nessa época achávamos que cada dia seria um dia de vitória.

     Entretanto, essa maravilhosa condição não durou muito e essa maravilhosa esperança não se fez realidade. Os pecados que críamos que haviam passado ou que havíamos vencido, de repente retornaram. Pensávamos que os havíamos deixado para trás, mas voltaram. Nosso antigo mau gênio retornou; o orgulho voltou e nossa inveja surgiu outra vez. Talvez tentássemos ler a Bíblia, mas era inútil. Talvez orássemos, mas esse doce sabor já não havia mais. Aquele zelo que tínhamos pelas almas perdidas havia-se desvanecido. O amor começou a minguar. Alguns assuntos, sim, haviam sido solucionados, mas outros não os pudemos resolver. Nossa canção diária tornou-se uma canção de derrota e não de vitória. Em nossa vida cotidiana experimentamos mais fracassos que vitórias. Começamos a sentir um grande vazio interior. Ao comparar-nos com Paulo, João, Pedro e outros cristãos do primeiro século, concluíamos que havia uma grande diferença entre a experiência deles e a nossa. Não podíamos ajudar os outros. Podíamos somente falar do aspecto vitorioso de nossa experiência. Não conseguíamos falar-lhes daquilo em que havíamos fracassado. Achávamos que os dias de vitória eram poucos, e que os dias de fracasso eram numerosos. Vivíamos diariamente na miséria. Essa é a experiência comum de muitos cristãos.

      Quando fomos salvos, pensamos que já que nossos pecados haviam sido perdoados, nunca retornariam. Achamos que a paz e o gozo experimentados permaneceriam sempre conosco. Lamentavelmente, os pecados e as tentações voltaram. As experiências elevadas tornaram-se poucas e as experiências baixas tornaram-se constantes. Houve menos momentos de gozo e os momentos tristes tornaram-se mais freqüentes. Nessa situação experimentamos duas coisas: de um lado as tentações, o orgulho, a inveja, e o mau gênio voltaram; e de outro, esforçamo-nos para nos reprimir. Assim que esses pecados retornam, esforçamo-nos para refreá-los e impedir que se manifestem. Os que conseguem refrear-se, acham que venceram, e os que não conseguem, vivem num círculo vicioso de fracasso, vitória, pecado e remorso. Como conseqüência, caem num desânimo profundo. Pouco depois de ser salvos, reprimem seus pecados de modo consciente ou resignam-se pensando que a vitória é impossível. Tornam-se negativistas e se desanimam. De um lado, experimentam alguma vitória; mas de outro, experimentam muitos fracassos. Quando conseguem refrear-se, seus pecados são detidos temporariamente; mas quando caem cedem ao inevitável destino de cometer pecados.

      Irmãos e irmãs, gostaria de lhes fazer uma pergunta diante de Deus. Quando o Senhor Jesus foi à cruz, esperava que tivéssemos a experiência que temos hoje? Quando foi crucificado, Ele sabia que nossa vida seria vitoriosa num dia e derrotada no dia seguinte? Sabia que seríamos vitoriosos pela manhã e derrotados à noite? Será que Suas realizações na cruz são insuficientes para fazer com que O sirvamos em santidade e justiça? Será que Ele derramou Seu sangue na cruz com a finalidade de livrar-nos somente do castigo do inferno, mas não da dor do pecado? Será possível que o Seu sangue derramado na cruz é suficiente só para nos salvar da dor do pecado no futuro, sem nos salvar da dor do pecado no presente? Oh! irmãos e irmãs, não posso evitar dizer "Aleluia!" O Senhor de fato realizou tudo na cruz! Na cruz Ele não só colocou um fim à dor do inferno, mas também à dor do pecado. Ele não apenas lembrou-se da dor do castigo do pecado, mas também da dor do poder do pecado. Ele preparou um caminho de salvação para nós, que nos capacita a viver na terra da mesma maneira que Ele viveu. Irmãos e irmãs, Cristo não acabou só com o sofrimento do inferno, mas também com o sofrimento do pecado. Em outras palavras, Sua obra redentora não nos deu a posição e a base para sermos salvos apenas de maneira superficial, mas também para que fôssemos salvos plenamente. Não temos de viver da maneira que vivemos hoje. Temos de dizer: "Aleluia!" Porque há um evangelho para os pecadores e também um evangelho para os "cristãos pecadores". O evangelho aos cristãos pecadores se prega da mesma maneira que a cruz nos foi pregada antes. Aleluia! Hoje há um evangelho para os cristãos pecadores.
(Capítulo II do livro A VIDA QUE VENCE-Watchman Nee)
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